A dor do outro e a minha dor (dor da alma)

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Dias desses fui envolvida por um querido colega sobre a diferentes formas de reagir aos desafios que a vida nos oferece. Seu questionamento foi o seguinte: “ tanto choro por algo que normalmente um sujeito suporta de forma mediana, enquanto que outros suportam dores que eu mesmo nunca imaginaria superar. Por que tanta disparidade?

Eis o desafio da alma humana. O primeiro passo para compreender a dor do outro e também a sua própria dor é não se comparar. Cada indivíduo possui uma estrutura emocional e passou por experiências em sua vida que o permite reagir à sua forma aos desafios da vida.

Questionar ou julgar o sofrimento de um indivíduo é desrespeitar todo histórico vivenciado pela pessoa que sofre, é destituí-lo de todos significados, sentimentos, simbolização que objeto o oferece (objeto pode ser designado como coisas, pessoas e sistemas).

 Toda dor é dor. A sua dor é diferente da minha. A forma de reação também é diferente para cada um de nós. Dor é dor. E sofrimento é sofrimento. Naturalmente que existem sofrimentos que comovem e instiga a compaixão da maioria.  Nestes casos, a sociedade aceita com mais naturalidade a reação intensa dos que padecem dela. E em situações que não sensibilizam a sociedade? Aqui digo, também é sofrimento. Também é uma alma que precisa aprender a lidar com a sua dor.

Um abraço fraterno, paz e bem.

 

 

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