Vencendo as contrariedades…

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Não há quem não tenha se deparado com alguma contrariedade ao longo do dia:  um café derramado na roupa, uma “fechada no trânsito”, uma discussão com alguém do nosso convívio, uma inesperada conta para pagar, ou ainda, cobranças do chefe. Esses são alguns exemplos de tantas situações que passamos e dependendo do nosso estado de espírito, podemos lidar com elas sem maiores sofrimentos, mas se não estamos muito bem, pode nos “tirar do sério” gerando consequências mais preocupantes quando “perdemos a cabeça” e revidamos com raiva ou trancamos esse sentimento dentro de nós mesmos.

Muitas vezes, diante dessas contrariedades, levamos nosso olhar para críticas na conduta do outro, no quanto o outro errou, e não no quanto somos intolerantes, questionamos os valores do outro, julgando que o nosso ponto de vista é o correto, ou ainda, questionamos o porquê coisas ruins acontece apenas conosco, gerando revolta.

Somos seres que necessitam de convívio com demais pessoas, que podemos estar expostos a fenômenos de ordem natural, ou seja, não controlamos nada que está além de nós mesmos. Se temos a dificuldade de administrar nossas próprias emoções, já  imaginou a incapacidade de controlar a conduta do outro?  E por sermos humanos, todos nós somos passíveis de erros, somos imperfeitos.

Seguindo o raciocínio de que não temos o controle nas demais pessoas e sistemas e consequentemente não temos a capacidade de evitar contratempos, temos o poder de escolher a forma como podemos reagir diante desses acontecimentos. Fazendo o uso da razão. Podemos não gostar, não concordar e preferir que não tivesse acontecido, mas transformar a condição em uma oportunidade de aprendizagem. Você não precisa concordar com situações que compreende, são instâncias diferentes.

Isso pode soar como um clichê, mas as contrariedades são os mestres que o universo coloca na nossa vida para aprender, permitindo conhecer mais sobre nós mesmos. Não apenas engolir o desagradável e trancar a raiva ou a mágoa no peito, mas exercitar a compreensão de que a atitude do outro, que não aprovo, já é um modelo do que não quero seguir. Os problemas que surgem ao longo da vida são mestres nos ensinando um pouco de nós mesmos. Ah sim, e muitas vezes são mestres muito poderosos que vem e nos rasga no meio, mas qual é a sua capacidade de olhar diante do problema e aprender com isso e ser transformar, crescer e evoluir? São grandes desafios!

Cada um de nós temos as nossas próprias batalhas, já sabe quem (ou o que) foram os seus mestres de hoje?

Paz e Bem…

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